Ações que podem gerar mais de 30% de economia em hotéis, restaurantes e bares foram temas de workshop gratuito na Baixada Santista

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Ações em sustentabilidade, mais do que benefícios ambientais, podem gerar economia no caixa das empresas das redes Hoteleira e Gastronômica, a médio e a longo prazos. Este foi um dos destaques do workshop Práticas Sustentáveis para a Descarbonização e a Economia em Hotéis, Bares e Restaurantes, que aconteceu na última semana, em Santos-SP. Com a presença de especialistas e líderes do setor e com emissão de certificado, o evento foi abrigado no auditório do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (SinHores) da Baixada Santista e Vale do Ribeira.

Organizado pela empresa No Alvo, o encontro teve o patrocínio do Porto de Santos, do Ministério de Portos e Aeroportos, e do governo federal.

Entre os expositores que comandaram as palestras, talks e oficinas nos dois dias do workshop, estão Sidnei Aranha, superintendente de Meio Ambiente do Porto de Santos; José Valverde, diretor de Meio Ambiente da FHORESP; Erik Sanches, diretor do CIESP e relações institucionais da AKVO ESG; Fernanda Alarcon, arquiteta; Eduardo Maki, presidente do Instituto Triângulo; Thomas Coelho, da Circular Brain; Celso Senna, da Ashir Energia; Rodrigo Figueiredo, presidente do Instituto Meu Oceano; Mauro Haddad, diretor de Resíduos da Prefeitura de São Paulo; Renato Santos de Azevedo, advogado e presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB Santos; Leandro Costa, especialista em ESG e Governança Corporativa; Maria Sandra de Araújo Braz, comunicóloga e especialista em Des. Humano; e Marcelo Silva de Melo, presidente da CooperBen.

Com o mote Reduza Custos e Fature Mais, o evento explorou ações sustentáveis aplicáveis no segmento de Hotéis, Restaurantes e Bares, enquanto se fideliza clientes preocupados com o Meio Ambiente.

Além de considerar a preservação, as estratégias que foram compartilhadas durante os dois dias de workshop podem levar a uma economia aos negócios de mais de 30%, conforme destaca o diretor de Planejamento da Fhoresp, Enio Miranda. “Com a revisão de equipamentos elétricos, com o uso de tecnologia de limpeza de rede e a compra de energia solar, em vez de se usar a convencional, já é possível alcançar uma redução de até 20% na conta de bares, de hotéis e de restaurantes”, lista.

A coleta correta do lixo, com a devida separação, além de reduzir desperdícios, tem valor na indústria legal de reciclagem e reuso e, assim, também pode ser revertida para o caixa das empresas, segundo o representante da Federação. “Nosso setor trabalha com alguns materiais que têm valor na sua transformação, o que chamamos de Economia Circular, como o óleo de cozinha, o alumínio e o papelão. Este processo pode ser viabilizado por meio de parcerias firmadas com entidades e empresas. Em suma: estabelecimentos do trade que aderem à Sustentabilidade agregam valor ao próprio negócio e auxiliam na preservação ambiental”, conclui o diretor de Planejamento da Fhoresp.

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